"É lamentável que as pessoas esperem por momentos menos felizes para atacar a Académica. Esse senhor revela desrespeito para com os associados, que aprovaram em Assembleia-Geral, por maioria, sem votos contra, o orçamento para 2009/2010. Não faz sentido em falar em caos financeiro, dado que estamos a cumprir escrupulosamente o orçamento", disse à Agência Lusa o dirigente academista.

Luís Godinho foi ainda mais além, ao acusar João Francisco Campos de "irresponsável", porque, em vez de estar com a instituição, cumprindo os seus deveres, não paga o camarote que usufrui.

"Alguém que está preocupado com o caos financeiro, devia era pagar o camarote da sua empresa. Há pessoas que usufruem de camarotes e não pagam", disse o vice-presidente.

Em resposta, João Francisco Campos afirmou: "A minha empresa negociou com a TBZ um contrato por cerca de cinco mil euros. Quando a Académica expulsou a TBZ da gestão do Estádio Cidade de Coimbra, queria mais dinheiro, cerca de nove mil euros, queria-nos enganar e nós não aceitámos".

"Nem eu pessoalmente, nem a minha empresa, temos qualquer contrato com a Académica. Em relação ao restante, mantenho o que afirmei: a Académica necessita de um rumo e de um projecto", disse João Francisco Campos, contactado pela Lusa.

Luís Godinho reiterou a acusação de desrespeito ao aludir à ex-equipa técnica liderada por Domingos Paciência, denunciando a compra do seu apoio nas últimas eleições.

"Há uma grande falta de respeito para com Domingos Paciência, pondo em causa o seu profissionalismo. Que eu saiba, Domingos não lhe passou qualquer procuração para falar por ele", afirmou o dirigente.

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