Pinto da Costa rejeitou hoje que o livro “31 anos de presidência, 31 decisões” seja a história da sua vida, garantindo que os anos à frente do FC Porto são apenas uma parte da sua biografia.

«Quero desfazer um equívoco: isto não é a história da minha vida, porque não nasci com 45 anos. Chamar a isto história da minha vida é um bocado confuso. O FC Porto é apenas parte da minha vida», defendeu o presidente portista.

Pinto da Costa respondia assim aos críticos que o acusaram de ter esquecido algumas pessoas no livro, hoje apresentado no hotel  Altis, em Lisboa, na presença do antigo presidente da República Ramalho Eanes e dos treinadores Artur Jorge e Fernando Santos.

Garantindo que «o coração está fraco, mas a cabeça ainda está mais ou menos», o presidente do FC Porto recordou as decisões 9 e 22, ou seja, aquelas que dizem respeito a Artur Jorge e Fernando Santos.

«É algo que cai sempre bem quando alguém que mudou claramente a figura do dirigismo em Portugal, que deixa uma marca no futebol português, pela forma como mudou o dirigismo em Portugal, te retrata num livro como uma das suas decisões», disse Santos à margem da apresentação.

O “engenheiro do penta”, como é conhecido pelo pentacampeonato que ganhou pelos “dragões”, considerou que há um antes e um depois de Pinto da Costa no futebol português.

«Estava muito à frente e continua a estar», considerou.