Com um início atribulado no campeonato e à procura de colocar pressão em Sporting e no FC Porto, o Feirense apresentava-se como o adversário ideal para o Benfica recuperar a confiança e procurar diminuir a distância para os rivais.

A equipa de Santa Maria da Feira apresentava um registo de zero vitórias na Luz. Em 11 partidas, apenas um empate para a equipa visitante. Acabou por ser um triunfo sofrível para a equipa de Rui Vitória, que ainda assim conseguiu obter uma vitória magra e uma exibição de serviços mínimos sobre o Feirense.

No Benfica foram Svilar e mais dez, como tinha afirmado Rui Vitória durante a antevisão do encontro. O técnico encarnado manteve a estrutura que tinha vencido o Desportivo das Aves na jornada passada.

Os encarnados, como é normalmente praxe no estádio da Luz, começaram com fome e vontade em chegar ao golo o mais rapidamente possível. E o que é certo é que a equipa de Rui Vitória fez por merecer a vantagem madrugadora.

À procura do centésimo golo com a camisola do Benfica, Jonas começou por ameaçar primeiro e fazer o golo depois. Aos 11 minutos depois de um cruzamento de Diogo Gonçalves, o dianteiro disparou, mas com o guardião do Feirense a mostrar-se pela primeira vez com uma óptima intervenção.

No minuto seguinte, Caio haveria de ficar mal na fotografia. Lance confuso na área do Benfica, com Jonas a dar um toque, o guardião não conseguiu segurar, a bola sobrou novamente para o brasileiro que acabou por inaugurar o marcador.

Com o golo, a equipa de Rui Vitória tirou o pé e ficou 'pachorrenta' dentro de campo. Aproveitou o Feirense para subir os níveis de confiança e aproximar-se da baliza de Svilar.

O jovem guardião foi obrigado a aplicar-se após um remate de Etebo, um dos homens em maior evidência na equipa do Feirense. Em cima do intervalo, Jonas teve oportunidade para dilatar a vantagem. O brasileiro recebeu a bola à entrada da área, mas desperdiçou a ocasião.

Terminava morna a primeira parte e a segunda parte haveria de se iniciar com a mesma toada, mas com o Feirense mais afoito e a querer encontrar-se com a história no estádio da Luz.

Os visitantes chamavam para si a posse, com o coro de assobios dos adeptos do Benfica a pautar o controlo momentâneo da equipa de Nuno Manta Santos. Faltava criatividade à equipa da casa, que trocava a bola com pouca velocidade e mostrava-se incapaz em desmontar a muralha defensiva da equipa de Santa Maria da Feira.

Svilar também era colocado à prova. Nuno Silva e Etebo iam testando a meia distância, mas sem causarem grandes sobressaltos à defesa encarnada. Os forasteiros conseguiam queimar metros na frente, mas não conseguiam definir bem em zonas adiantadas.

Mais pragmático foi o Benfica, que aos 60 minutos criou nova ocasião de golo. Jogada de entendimento entre Seferovic e Salvio com o argentino a não conseguir bater Caio, quando estava em excelente posição para o fazer. Foi o canto do cisne para dois jogadores que estiveram desinspirados na partida e acabaram rendidos por Jiménez e Pizzi.

Aos 66 minutos foi Diogo Gonçalves a ter oportunidade para dilatar, depois de servido por Jonas, mas acabou por desperdiçar nova ocasião.

As entradas de Pizzi e Krovinovic acabaram dar outra acutilância à equipa encarnada que, contudo, acabou por fazer uma exibição pouco inspirada. Os encarnados tiveram algumas ocasiões, mas só Jonas fez a diferença.

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