Após cumprir o seu compromisso da 10.ª jornada, a equipa de Santa Maria da Feira passou a somar 18 pontos, tendo mais um que o Portimonense e dois que o Santa Clara e o Beira-Mar, que têm menos um jogo.

O Portimonense apenas recebe o Desportivo de Fátima na segunda-feira, o Santa Clara só vista o Sporting da Covilhã na terça-feira e o Beira-Mar recebe hoje o Trofense.

O estado do relvado do Estádio Marcolino de Castro impediu que a equipas praticassem bom futebol, obrigando-as a optar pelo pouco agradável jogo directo.

O primeiro tempo evidenciou uma supremacia do Feirense em relação ao Carregado, traduzida no comando das operações e no maior número de remates perigosos, com Hugo a fazer duas defesas brilhantes.

Aos 31 minutos, Adilson respondeu de cabeça, junto à relva, a um cruzamento de Bruno Rodrigues, pondo à prova os reflexos do guarda-redes visitante, e o Feirense inaugurou o marcador no mesmo minuto, com os mesmos protagonistas, mas com um pontapé na finalização.

O golo inaugural foi o corolário da maior pressão da equipa de Francisco Chaló nos minutos que o antecederam, enquanto os remates dos jogadores do Carregado nunca tiveram grande perigo, sendo quase sempre de meia distância.

A deterioração do relvado aumentou a dificuldade das equipas para assentarem jogo, pelo que o jogo directo acentuou-se no segundo tempo, com a inversão de papéis no que toca à procura do golo, já que o Carregado foi mais acutilante.

A equipa de João Sousa entrou bem, com Dionísio a isolar-se perante Paulo Lopes, obrigando o guarda-redes a uma grande defesa, que voltou a brilhar aos 65 minutos, quando um erro de marcação de Bruno Rodrigues isolou Miguel Rosa.

Hélder Castro podia ter aumentado a vantagem já no período de compensação, mas atirou forte contra Hugo, já dentro da grande área, a passe de Marco Cadete.

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