"Veio comunicar-me que ia rescindir unilateralmente o contrato e pediu-me autorização para se despedir dos jogadores", revelou à Agência Lusa o presidente do Portimonense, Fernando Rocha, que se escusou a comentar a atitude do treinador no plano ético.

Segundo ele, o Portimonense "não tem os salários de Lito Vidigal em atraso", pelo que este "não tem qualquer base legal para fazer o que fez", embora entenda que se tenha "deixado seduzir pela perspectiva de abraçar um projecto de uma equipa da Liga principal".

Já não deixou passar em claro o "comportamento reprovável da União de Leiria", que até ao momento "não deu qualquer satisfação" ao Portimonense, depois de "se ter queixado da atitude do Vitória de Setúbal" que avançou para a contratação do até há pouco treinador da equipa leiriense, Manuel Fernandes.

Voltando à questão legal, Fernando Rocha espera agora que o seu clube "seja indemnizado por Lito Vidigal", de modo a ser "ressarcido dos prejuízos" causados por esta inesperada rescisão unilateral a meio da época.

Entretanto, a equipa já foi orientada no treino da tarde pelo treinador adjunto Amílcar Delgado, antigo jogador do clube e capitão de equipa, mas a questão do substituto de Lito Vidigal vai ser tratada a partir de hoje: "Vou agora debruçar-me sobre essa questão", referiu o presidente do Portimonense.

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