A direcção encabeçada por Lopes de Castro vai continuar à frente do Varzim, já que não surgiram, pela terceira vez consecutiva, candidatos a assumir a liderança do emblema da Liga de Honra em futebol.
O prazo para entrega de listas aos órgãos sociais do emblema poveiro terminou ao final da tarde hoje sem que tenha surgido qualquer interessado.
Depois de processos semelhantes, em Janeiro e Maio, que também ficaram vazios, Lopes de Castro confessou não ter ficado surpreendido por, novamente, não terem surgido candidatos à sua sucessão. “Não foi nada que não estivéssemos à espera. Mas temos que nos sentar rapidamente e discutir seriamente o assunto. Isto não é vida, nem para o clube, nem para as pessoas da actual direcção”, disse o dirigente.
Instado a avançar razões sobre o desinteresse da comunidade poveira no seu emblema mais representativo, Lopes de Castro falou na “débil situação do país”.
“Acho que as pessoas estão mais assustadas com o que se passa no país, nas empresas e nas famílias do que com a situação do Varzim. Devem achar que se o país está num caos o futebol estará ainda pior”, avançou o presidente dos poveiros.
Perante este cenário, de ausência de listas à liderança do Varzim, Lopes de Castro disse ser necessário fazer uma profunda reflexão. “Começamos a sentir que alguma coisa não está a bater certo, isto não faz sentido. Temos de perceber o que se está a passar e tentar arranjar uma solução para que o Varzim não saia chamuscado desta crise”, concluiu.

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