“Foi uma vitória importantíssima para sairmos da posição em que estávamos e que não era nada condizente com o que o Aves pretende. Foi justa, mas extremamente difícil, porque do outro lado esteve uma equipa que vendeu cara a derrota e nunca virou a cara à luta”, analisou Vítor Oliveira.

O técnico admitiu que o jogo “foi sofrido e não muito bem conseguido em termos de qualidade”.

“Entramos algo nervosos pela necessidade de ganhar e pela pressão alta do Fátima, mas as vitórias também se fazem disso e os meus jogadores estão de parabéns”, concluiu.

Já o técnico do Fátima, Diamantino Miranda, lamentou a grande penalidade assinalada aos 10 minutos, que lhe deixou muitas dúvidas, e considerou que a sua equipa “merecia ter saído com outro resultado”.

“A minha estratégia ruiu porque da primeira que vez que o Aves se acercou da nossa baliza houve um penálti que duvido que no Dragão, Luz ou Alvalade fosse marcado. Não tenho a certeza absoluta, mas julgo que o meu jogador saltou com os braços abertos e não fez falta”, disse.

Diamantino frisou que “o Fátima teve sempre o jogo controlado até à parte final em que arriscou tudo e depois sofreu um golo contra a corrente de jogo, num contra-ataque bem delineado”.

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