Os advogados do AC Milan, ‘gigante’ do futebol italiano, defenderam hoje que a investigação por evasão fiscal ao administrador-delegado do clube, Adriano Galliani, incide sobre “um facto marginal”, “sem provas” e que acabará “no necessário arquivamento”.

“A Procuradoria de Nápoles decidiu notificar hoje Adriano Galliani sobre a conclusão das investigações que incidem sobre um facto absolutamente marginal, sem provas, que se resolverá, a nível tributário e penal, no necessário arquivamento”, disseram os advogados do clube milanês.

As autoridades fiscais italianas concluíram uma investigação por evasão fiscal e emissão de faturas falsas contra 64 pessoas ligadas ao futebol, entre as quais dirigentes, jogadores e treinadores.

Segundo a agência noticiosa italiana Ansa, a investigação, à qual foi dado o nome “Futebol em fora de jogo”, incide sobre factos ocorridos entre 2009 e 2013 e implica 35 clubes de futebol.

De acordo com a mesma fonte, a investigação baseia-se na existência de “um sistema organizado de evasão fiscal” na contratação de jogadores, que pode ter atingido os 12 milhões de euros.

Entre os investigados, além de Galliani, figuram os presidentes do Nápoles, Aurelio De Laurentiis, e da Lazio, Claudio Lotito, e os futebolistas argentinos Ezequiel Lavezzi e Hernan Crespo, atual treinador do Modena.

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