nona jornada do principal escalão, em homenagem ao argentino Diego Armando Maradona, que morreu na quarta-feira, aos 60 anos.

Os jogadores vão utilizar um fumo negro no braço e, antes do início de todas as partidas da ronda, será respeitado um minuto de silêncio, com os atletas a juntarem-se no centro do relvado.

Durante o minuto de silêncio, será projetada uma imagem de Diego Maradona nos ecrãs dos estádios, enquanto nas bancadas – ‘despidas' de público devido à pandemia de covid-19 - será exibida uma tarja com a mensagem "ciao Diego" [adeus, Diego].

Quando for atingido o 10.º minuto de todos os jogos, a imagem de Maradona será novamente exibida nos ecrãs dos estádios, em alusão ao número que ‘El Pibe' mais utilizou nas costas e com o qual se notabilizou.

No período de aquecimento das equipas, vai também ser exibido o célebre vídeo do aquecimento de Maradona em 1989, quando estava ao serviço do Nápoles. Antes do jogo da primeira mão das meias-finais da Taça UEFA (conquistada pelos napolitanos), com o Bayern de Munique, o antigo internacional argentino recriou-se durante largos minutos com a bola, em total harmonia e sincronização com a música "Life is life", da banda austríaca Opus, que ecoava no Estádio San Paolo.

Diego Armando Maradona representou o Nápoles durante sete temporadas, entre 1984 e 1991, tornando-se no maior ídolo dos adeptos napolitanos, que continuam a venerar o antigo craque argentino. Nesse período, ‘El Pibe' ajudou o Nápoles a conquistar os dois únicos títulos de campeão da história do clube (1987 e 1990), além de uma Taça UEFA (1989), uma Taça de Itália (1987) e uma Supertaça italiana (1990).

Maradona, considerado um dos melhores futebolistas da história, morreu na quarta-feira, aos 60 anos. Segundo a imprensa argentina, Maradona, que treinava os argentinos do Gimnasia de La Plata, sofreu uma paragem cardíaca na sua vivenda em Tigre, na província de Buenos Aires.

A sua carreira de futebolista, de 1976 a 1997, ficou marcada pela conquista, pela Argentina, do Mundial de 1986, no México, e os dois títulos italianos e a Taça UEFA vencidos ao serviço dos italianos do Nápoles.

O Presidente argentino, Alberto Fernández, decretou três dias de luto nacional pela morte de Maradona.

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