Dois golos de Reinaldo Ventura permitiram ao FC Porto, campeão nacional nos últimos oitos, recuperar de uma desvantagem de 2-0, consumada com tentos de Caio, que trocou este defeso o FC Porto pelo Benfica, e Tiago Rafael.

No encontro que opunha o duo de líderes, e únicas equipas cem por cento vitoriosas, Caio demorou menos de um minuto a marcar à antiga equipa, inaugurando o marcador aos 58 segundos, com um colocado remate de meia distância.

A equipa da casa materializou a sua superioridade inicial com novo golo, marcado aos 12 minutos por Tiago Rafael, que concluiu com êxito uma boa iniciativa individual do irmão Diogo Rafael, recém-entrado no jogo.

Depois de o poste da baliza do espanhol Edo Bosch – bem mais solicitado nesta fase do que Ricardo Silva, guarda-redes do Benfica – ter evitado que Valter Neves aumentasse para 3-0, o FC Porto reduziu por intermédio de Reinaldo Ventura perto do intervalo, aos 21 minutos.

O Benfica esteve perto de recolocar a vantagem em dois golos aos 29 minutos, mas Ricardo Pereira permitiu a defesa de Bosch a um livre directo, que puniu a falta grave de Pedro Moreira sobre Tiago Rafael, da qual resultou um cartão azul para o jogador portista.

Bosch continuou a revelar uma proveitosa cumplicidade com os postes da sua baliza, que devolveram dois remates de Caio, mas teve que ser o próprio guardião a evitar o terceiro tento do Benfica, ao defender a grande penalidade apontada pelo compatriota Toni Sanchez, aos 31.

Jorge Silva também atirou ao poste “encarnado” e Reinaldo Ventura devolveu as “amabilidades” de Ricardo Pereira e Toni Sanchez e permitiu a defesa do guarda-redes do Benfica a um livre directo.

Reinaldo Ventura rectificou o erro aos 44 minutos, quando restabeleceu o empate, na sequência de uma jogada confusa na área da equipa lisboeta, que premiou a persistência do avançado do FC Porto.

O Benfica atingiu o limite de faltas a dois minutos do fim, mas Emanuel Garcia desperdiçou a possibilidade de consumar a reviravolta, ao falhar o respectivo livre directo, o que até é usual na modalidade.

O encontro foi antecedido de um minuto de silêncio em memória de João Banza, hoquista da Associação Desportiva de Oeiras, que morreu a 23 de Outubro, aos 28 anos, em consequência dos ferimentos provocados por uma agressão.

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