Natural de Miranda do Douro e a viver no Canadá desde os quatro anos, Ema Dantas concluiu com a subida ao Evereste um desafio que passava por superar as montanhas mais altas do planeta.

Depois de criar a Fundação Peaks of Change que chama a atenção para os problemas da saúde mental, tomou a decisão de arriscar a vida e vencer os medos com o objetivo de angariar fundos para a causa. Em abril atingiu o topo do Evereste, completando assim o desafio de subir às sete montanhas mais altas do mundo nas duas versões.

Ao escalar os 8.848 metros do Monte Evereste, tornou-se na primeira mulher a atingir os cumes do mundo depois dos feitos alcançados por João Garcia e Ângelo Felgueiras. A alpinista de 55 anos é ainda a primeira pessoa de nacionalidade portuguesa a atingir os Sete Cumes nas versões de Richard Bass e de Reinhold Messner.

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Falhado o objetivo em 2017 e 2021, devido a questões de saúde, partiu no dia 24 de abril e em apenas 16 dias conseguiu ascendeu ao topo da montanha mais alta do mundo, com o auxílio de dois guias.

Nos últimos quatro anos e meio, a portuguesa conseguiu alcançar a Pirâmide Carstenz (Indonésia, 4.884), o Monte Kilimanjaro (Tanzânia, 5.895), o Elbrus (Rússia, 5.642), o Monte Vinson Massif (Antártida, 4.892), Anconcágua (Argentina, 6.961), Denali (Estados Unidos, 6.190) e o pico Kosciuzkzo (Austrália, 2.228).

Para uma mulher que tinha medo de alturas e não se considerava alpinista, arriscou a vida em nome de uma causa: Chamar à atenção para o problema da doença mental.

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