O tiro desportivo não é a modalidade mais sonante em Portugal apesar de ser uma das mais antigas a ser praticada. Nomes como João Costa têm sido os maiores impulsionadores de uma modalidade onde a concentração e precisão são palavras chaves. O atleta luso esteve no Rio de Janeiro e aumentou para cinco as participações em olimpíadas.

O SAPO Desporto esteve à conversa com o atleta bem como com o presidente da Federação de Tiro que ‘levantam o véu’ a uma modalidade que não é das mais conhecidas, mas que atrai atletas espalhados por todo o país.

Como todas as modalidades com menos divulgação, as dificuldades são várias e é complicado ‘convencer’ os mais jovens a experimentar uma modalidade que necessita de tempo e várias especificidades para se praticar.

Há um trabalho constante para tentar inverter a situação. O tiro desportivo tem vindo a mudar e o entusiasmo tem vindo a crescer.

Para João Costa os Jogos Olímpicos de Tóquio são um objetivo, mas ainda falta e não há certezas de conseguir um bilhete. O atleta explica todo o processo de conseguir uma viagem até à maior competição do mundo e explica porque é que não é fácil. Uma coisa é certa. A ‘viagem’ atrás de um bilhete dourado arranca já no próximo ano.

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