Um responsável da Red Bull teria admitido no passado domingo, o facto de ter proposto aos pilotos da marca austríaca, que participa no Mundial de Fórmula 1, uma estratégia de infeção voluntária de COVID-19, com o objetivo de ficarem imunes no início da temporada.

Já esta quarta-feira, Helmut Marko veio retificar as suas próprias declarações, esclarecendo que nunca pensou em "infetar deliberadamente alguém".

"Fui mal interpretado porque a entrevista foi cortada", começa por explicar o responsável da Red Bull, acrescentando que "até o humor sarcástico pelo qual a Áustria é normalmente valorizada além fronteiras, está cortado pela raíz num momento como este. Ainda assim, uma coisa é certa. Não envio os meus rapazes para a guerra voluntariamente".

Na entrevista à televisão austríaca ORF, Helmut Marko teria explicado que a ideia passava por colocar os pilotos Max Verstappen, Alexander Albon, Pierre Gasly e Daniil Kvyat num "acampamento para que fossem infetados".

"Eles [pilotos] são jovens e estão com excelente saúde e, assim, estariam prontos para quando a temporada começasse", teria supostamente justificado o austríaco.

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