Em 2019, Frederico Morais apurou-se para os Jogos Olímpicos, terminou em 1.º lugar o Circuito de Qualificação e garantiu regresso à elite mundial em 2020, onde tem ambições de fazer melhor do que em 2017.

“2019 foi um dos melhores anos para mim. Está taco a taco com 2017, o meu primeiro ano no World Tour [n. d. r.: circuito mundial de surf]. Foram dois anos incríveis. Este talvez tenha tido mais vitórias e mais primeiros lugares. E depois de 2018 tiveram sabor mais especial todas essas vitórias e acabar em primeiro lugar no circuito mundial de qualificação. No ano passado, por esta altura, sentia-me completamente diferente do que me sinto agora. Sabe bem ter conseguido dar a volta e fazer de 2019 um ano super especial para mim”, disse o surfista português em entrevista ao jornal A Bola, aproveitando para explicar o quanto trabalha para ser melhor.

“Para mim o treino é tudo. Há talento, mas não acredito que seja suficiente. O maior exemplo disso é o Cristiano Ronaldo, que acredita no trabalho. Sou muito apologista disso também. Mesmo o Messi, por mais talento que tenha, também tem muito trabalho por detrás. Vai aos treinos, ao ginásio, põe trabalho e tempo na carreira dele. Por mais talento que tenha, para estar ao nível que quer estar, tem de trabalhar. E ao nível a que está o desporto, as pessoas percebem isso cada vez mais. É onde se vê a diferença, em pequenos detalhes. Tenho a minha vida com os meus amigos, o surf, que é basicamente toda a minha vida. É acordar, surfar, treinar… acordar, treinar e surfar. Gosto de ter a minha privacidade e o meu espaço. Faz parte”.

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