São nove os títulos em nove finais no Open da Austrália para o sérvio Novak Djokovic que diz viver “uma história de amor” com a Rod Laver Arena, em Melbourne Park, onde conquistou hoje o 18.º ‘major’ da carreira.

Após derrotar o russo Daniil Medvedev, quarto colocado no ‘ranking’ ATP, em três ‘sets’, pelos parciais de 7-5, 6-2 e 6-2, para se aproximar dos 20 títulos do Grand Slam de Roger Federer e de Rafael Nadal, o número um mundial não hesitou em retribuir os elogios recebidos do adversário na cerimónia de entrega de prémios.

“Gosto muito do Daniil. É muito boa pessoa e em campo é um dos [adversários] mais difíceis que enfrentei na minha vida. É uma questão de tempo até conquistar um torneio do Grand Slam, mas por favor espera mais uns anos. Gostava que toda a gente desse mérito ao que ele fez nos últimos meses, ao conseguir 20 vitórias consecutivas”, destacou o campeão do ‘major’ dos Antípodas.

Open da Austrália: Novak Djokovic vence em Melbourne e conquista 18.º ‘major‘
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Apesar de duas semanas atribuladas, que diz ter vivido em Melbourne, Novak Djokovic, de 33 anos, fez um balanço positivo da sua campanha na 109.ª edição do Open da Austrália, que lhe permitiu ainda assegurar o recorde de 311 semanas na liderança do 'ranking' mundial.

“A nossa história de amor continua. Não foi nada fácil este ano, foi como uma montanha russa. Quero agradecer especialmente ao meu fisioterapeuta [o argentino Ulises Badio], por tudo aquilo que fez”, comentou, referindo-se à recuperação da lesão abdominal contraída na terceira ronda frente ao norte-americano Taylor Fritz.

Ainda antes de Djokovic parabenizar a organização “pelo torneio bem-sucedido e o grande esforço para tornar o Open da Austrália possível”, Daniil Medvedev não hesitou em reconhecer o mérito do sérvio, apesar de confessar que “nunca é fácil falar depois de perder uma final de um torneio do Grand Slam.”

“Mas vou tentar fazer melhor do que em campo. Parabéns ao Novak e à sua equipa. Nove títulos no Open da Austrália é fantástico e provavelmente não será o último. A primeira vez que treinei com ele, eu era 500 do mundo e muito tímido e ele era número um e tinha ganho Wimbledon. Pensei que não ia falar comigo, mas falou como um amigo e fiquei surpreendido, porque nunca mudou, quer eu fosse 600 ou número quatro do mundo. É uma grande pessoa”, recordou o jovem vice-campeão, de 25 anos.

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