O Tribunal Arbitral do Desporto retirou a medalha a Jordan Chiles, alegando que o pedido de revisão de nota na prova de solo nos Jogos Olímpicos de Paris foi feito fora de tempo.
"Não são os resultados alcançados que nos vão distrair de chamar a atenção para a importância de trazer mais pessoas com deficiência à prática desportiva", alertou José Lourenço, presidente do Comité Paralímpico de Portugal.
Norberto Mourão, que ao bronze de Tóquio2020 junta medalhas em Europeus e Mundiais, afirmou sentir-se bem e garantiu que “enquanto houver força para treinar” vai continuar, admitindo uma presença em Los Angeles2028.
A espanhola Elena Congost terminou a maratona da classe T12 no terceiro lugar, e ajudou o seu guia a atravessar a meta quando esteve estava prestes a perder os sentidos.
Portugal, que na capital francesa conseguiu dois ouros, uma prata e quatro bronzes, conta agora no seu palmarés com 27 medalhas de ouro, 31 de prata e 43 de bronze.
Ao 11.º dia de competição, Portugal somou a sétima medalha em Paris2024, igualando os resultados de Pequim2008, depois de ter conseguido três pódios em Londres2012, quatro no Rio2016 e dois em Tóquio2020.
No Stade de France, Carolina Duarte, que tinha sido a mais rápida nas eliminatórias, correu a final em 55,52, terminando atrás da azeri Lamyia Valiyeva, que foi prata, e da brasileira Rayane Silva.
Além das três medalhas do atletismo, Portugal conseguiu até hoje, penúltimo dia de competições, mais quatro em Paris2024, uma de ouro e três de bronze.
Marcelo Rebelo de Sousa manifestou ainda o desejo de que esta medalha seja uma inspiração para todos os que praticam desporto, lembrando que Portugal iniciou o caminho para as 200 medalhas.
É a terceira medalha do atletismo português em Paris2024, depois de Miguel Monteiro se ter sagrado campeão paralímpico do lançamento do peso F40, e de Sandro Baessa ter conquistado a prata nos 1.500 metros T20.
A atleta natural do Açores considerou que a participação foi “ótima”, mas admitiu que “ficou um sabor agridoce com os três saltos nulos” que fez por “estar um pouco agitada”.
Consigo também chegou André Ramos, quinto classificado na prova masculina e que também participou na competição coletiva com Cristina Gonçalves, para além de David Araújo.
“Foi, realmente, triste ouvir todas essas críticas. Lamento muito o impacto que tiveram na modalidade, mas não controlo a reação das pessoas. Foram cáusticas a um nível alarmante”, assinalou Rachael Gunn.
Luís Costa, que conseguiu a quarta medalha para Portugal em Paris, percorreu os 28,3 quilómetros da prova, disputada em Clichy-Sous-Bois, em 44.26,32 minutos, ficando a 3.34,73 do vencedor.
Fragoso, que já participou em três Jogos Paralímpicos como nadadora, iria ser a primeira atleta portuguesa a participar em provas de paralímpicas de powerlifting, no torneio de -41 kg.
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