Na conversa entre Putin e Trump, durante um telefonema recente para tratar da guerra na Ucrânia e ponto de tensão entre Estados Unidos e Canadá, o hóquei no gelo volta a destacar-se como ferramenta da diplomacia, como ocorreu durante a Guerra Fria.
O dirigente confirmou, assim, que as equipas e as seleções russas continuarão excluídas das competições internacionais da modalidade, uma decisão tomada menos de dois meses após Rússia ter invadido a Ucrânia.
O ministro dos desportos foi o único a apresentar candidatura, depois de receber o aval do presidente russo, Vladimir Putin, e o apoio de 22 federações desportivas.
A Rússia desistiu de organizar este ano os Jogos da Amizade, inicialmente previstos para setembro, como um evento concorrente aos Jogos Olímpicos, nos quais os seus cidadãos não puderam participar, devido à invasão à Ucrânia.
Governo russo decidiu trazer de volta o evento após ter visto a presença dos seus atletas nos Jogos Olímpicos de Paris proibida pelo Comité Olímpico Internacional.
Em causa estão as declarações de Juan Antonio Samaranch Jr. sobre a possibilidade de reintegrar a Rússia, caso esta se voltasse a reger pelas regras do organismo
O jogador, de 26 anos, vai representar o quarto classificado da principal divisão da Rússia, após ter sido o melhor marcador do Vitória, com quatro golos (e duas assistências) na qualificação para a Liga Conferência.
Em outubro de 2023, o Presidente russo tinha decretado a realização do evento, que juntará 30 desportos face “ao tempo de recuperação insuficiente dos principais atletas”.
No primeiro jogo, também realizado em Moscovo, a seleção russa feminina foi derrotada pela norte-coreana por 0-3, enquanto na segunda mão a partida terminou com um empate a zero.
A segunda lista divulgada pelo COI vai permitir a 22 desportistas russos e 17 bielorrussos no evento que vai decorrer entre 26 de julho e 11 de agosto, depois de em 15 de junho terem sido anunciados 25 nomes ligados ao ciclismo, ginástica, taekwondo, halterofilismo e luta livre.
As recomendações incluem ainda não participar em conferências de imprensa ou entrevistas junto a atletas dos dois países e evitar, quando o decurso da competição assim o permitir, ser fotografados perto de russos e bielorrussos.
A basquetebolista americana Brittney Griner partilhou pormenores do tempo em que esteve presa na Rússia, em 2022, depois de detida no aeroporto por transportar cartuchos com óleo de canábis.
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