O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, disse hoje estar profundamente abalado pela morte de Diego Armando Maradona, um futebolista com "uma genialidade e um carisma próprios".

"Estou profundamente triste com a morte de Diego Maradona, um dos melhores de sempre e uma das mais icónicas figuras do futebol. Ele atingiu a grandiosidade como uma jogador fantástico com uma genialidade e um carisma próprios", disse Ceferin.

Numa mensagem publicada nas redes sociais da UEFA, Ceferin lembra que "Diego Maradona era um herói na sua Argentina", com a qual conquistou o Mundial em 1986.

"E tornou-se um ídolo eterno para os adeptos do Nápoles, que nunca vão esquecer o sucesso que ele trouxe ao clube durante a sua passagem memorável por Itália", recorda Ceferin.

O presidente da UEFA diz que Maradona vai ficar na história "como alguém que marcou o futebol e que entusiasmou adeptos jovens e velhos com o seu brilhantismo".

"Dei instruções à UEFA para guardar um minuto de silêncio em memória de Diego nos jogos desta semana", disse Ceferin.

Maradona, considerado um dos melhores futebolistas da história, morreu hoje na sua residência, na Argentina, aos 60 anos, anunciou o seu agente e amigo Matías Morla.

Segundo a imprensa argentina, Maradona, que treinava os argentinos do Gimnasia y Esgrima, sofreu uma paragem cardíaca na sua vivenda na província de Buenos Aires.

A sua carreira de futebolista, de 1976 a 2001, ficou marcada pela conquista, pela Argentina, do Mundial de 1986, no México, e os dois títulos italianos e a Taça UEFA arrebatada ao serviço dos italianos do Nápoles.

Acompanhe o Especial do Adeus a Maradona no SAPO Desporto

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