Paulo Sérgio reconheceu que o ponto conquistado na ronda inaugural
com o FC Porto (1-1) e a prestação associada “elevaram os níveis de
confiança” da equipa, mas advertiu que isso não pode gerar qualquer
outro sentimento, tendo em conta o desafio com a Académica, “uma das
muitas lutas a travar daqui para a frente”.

“Vai ser um jogo
bastante difícil, perante um clube com bastantes tradições e que tem a
mais valia de ter um grupo muito pouco mexido”, disse o técnico
pacense, desejoso de quebrar o ciclo de derrotas em Coimbra (a única
vitória pacense aconteceu na época 2006/2007).

Depois dos feitos
recentes, a primeira final da Taça de Portugal e a primeira vitória
numa eliminatória europeia (frente ao Zimbru Chisinau, da Moldova), esta é mais um: “É mais um objectivo a alcançar e é nessa senda que queremos continuar”.

O
técnico do Paços de Ferreira relativizou ainda a fraca produtividade da
primeira ronda da Liga (nove golos e sete empates), que justificou com
“níveis de eficácia baixos” e insistiu na ideia de que “este vai ser um
campeonato duríssimo e muito competitivo”.

O clube da Mata Real
apresenta-se quase na “máxima força” em Coimbra, já que só Paulo Sousa,
a “ganhar condição física” após longa ausência, é ausência certa.

A
Académica de Coimbra, “lanterna vermelha” da Liga (foi a única equipa
que perdeu na ronda inaugural), recebe o Paços de Ferreira sábado,
pelas 19:15, num jogo que será arbitrado por Paulo Baptista, de
Portalegre.

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