O Sporting de Braga, da I Liga de futebol, confirmou hoje a chegada do extremo Ricardo Horta, por empréstimo do Málaga por uma temporada, e o prolongamento da cedência de Juan Carlos ao mesmo clube espanhol.

O presidente do Sporting de Braga, António Salvador, já tinha anunciado que o acordo com Ricardo Horta estava quase fechado, tendo o extremo formado no Benfica e no Vitória de Setúbal sido hoje oficializado no sítio oficial dos bracarenses.

Em sentido inverso, a SAD minhota prolongou o empréstimo de Juan Carlos ao Málaga.

O médio espanhol foi contratado em 2011/12, proveniente do Real Madrid, mas nunca chegou a jogar pelo Sporting de Braga, tendo sido sucessivamente emprestado a clubes espanhóis: Saragoça, Betis, Granada e Málaga.

Ricardo Horta, 21 anos e 24 vezes internacional por Portugal entre os sub-19 e a seleção A, revelou não ter pensado duas vezes para aceitar o convite do Sporting de Braga, frisando que, na sua idade, "o mais importante é jogar e com regularidade, o que não estava a acontecer no Málaga".

Disse ser "um orgulho" representar o Sporting de Braga, "um dos grandes clubes em Portugal", e revelou que o que mais o motiva é "poder voltar a jogar o campeonato" nacional.

"Vamos de certeza atingir os objetivos a que o clube se propôs. Claro que jogar na Liga Europa é importante, porque ainda não me estreei nas provas europeias. Foi mais um aliciante que me levou a escolher o Sporting de Braga", disse.

Ricardo Horta tem apenas um treino realizado com os novos colegas de equipa, mas acha que o Braga tem "um grande grupo, com muita qualidade".

"Isso viu-se na época passada e espero que, este ano, se possa repetir e, quem sabe, ganhar mais alguma coisa", desejou.

Considerou ainda que a experiência nas diversas seleções nacionais pode ser um trunfo.

"Não costumo acusar a pressão de jogar contra grandes jogadores, acho que é uma motivação extra jogar contra jogadores como Ronaldo ou Messi, que defrontei em Espanha. Aqui, também vou defrontar grandes jogadores da Liga portuguesa e da Liga Europa, por isso, a motivação existirá para mim e para todos", afirmou.

Disse ser rápido e gostar de marcar golos, mas fundamentalmente afirmou-se como "um jogador de equipa, que ajuda tanto no trabalho ofensivo como defensivo".

"Julgo que percebo bem o jogo e consigo arranjar os melhores espaços para definir as jogadas. Quanto ao que posso melhorar, talvez a agressividade. Se calhar, foi uma das coisas que me penalizou em Espanha", concluiu.

Newsletter

Receba o melhor do SAPO Desporto. Diariamente. No seu email.

Notificações

SAPO Desporto sempre consigo. Vão vir "charters" de notificações.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.