Com um bloco baixo desde o apito inicial, o conjunto da Trofa, penúltimo classificado, desde cedo mostrou que a sua intenção passava por amealhar pontos para manter acesa a esperança na permanência, enquanto as ‘águias’, que não vencem há quatro jogos e atravessam uma crise de confiança, nunca mostraram argumentos para quebrar a coesão defensiva do adversário.

A primeira parte foi fraca em termos de qualidade e sem grandes motivos de interesse para o público que esteve no Seixal. O ‘nulo’ com que se atingiu o intervalo foi reflexo disso mesmo e prova que a coesão e organização defensivas do Trofense surtiram o efeito desejado.

O marasmo dos primeiros 45 minutos não impediu que por duas vezes as equipas ameaçassem marcar. A formação da Trofa foi a primeira a visar a baliza contrária, através de um remate à meia-volta de Tiago André, aos 19, que viu a bola ser defendida junto ao poste esquerdo pelo guarda-redes Samuel Soares.

A resposta dos benfiquistas foi dada aos 25 minutos, momento em que Pedro Santos, na ‘cara’ do golo, após cruzamento de Henrique Pereira no flanco esquerdo, rematou sobre a trave.

O segundo tempo foi igualmente confrangedor, tal o deserto de ideias e a previsibilidade evidenciada por ambas as equipas. A prová-lo está o facto de os adeptos terem tido de esperar pelo tempo de compensação para verem lances perigosos junto das balizas.

Aos 90+1 minutos, o benfiquista Pedro Santos rematou cruzado para defesa de Tiago Silva, enquanto, aos 90+5, na área contrária, Tiago Manso desperdiçou, no interior da área, a oportunidade de fazer o golo do Trofense.

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