Éder não é um desconhecido na seleção, longe disso. Quando em 2012 dava nas vistas no SC Braga de José Peseiro - marcando 16 golos - o selecionador Paulo Bento decidiu testá-lo numa seleção órfã de avançados.

A estreia aconteceu então num Portugal - Azerbaijão, de qualificação para o Mundial 2014. O luso-guineense entrou para o lugar de Hélder Postiga e teve os seus primeiros três minutos com a camisola da seleção.

A partir daí passou a ser uma aposta regular do então selecionador, mas sem o sucesso desejado para um avançado, isto é: golos. No Mundial 2014 participou nos três jogos da fase de grupos, mas não ajudou a diminuir o descalabro.

Foram precisos 18 jogos para Éder se estrear a marcar, altura em que Fernando Santos já tinha sucedido a Paulo Bento. O encontro particular entre Portugal e Itália remonta a junho de 2016, e o golo do jogador do Lille voltou a valer a vitória. A verdade é que a história não se voltou a repetir e já lá vão 23 internacionalizações no total.

Ontem no encontro particular Portugal - Bélgica, o avançado do Lille voltou a ter uma oportunidade, mas ficou em branco. O público presente no Estádio Municipal de Leiria não perdoou alguns lances do jogador e assobio-o.

Um avançado vive de golos, mas na seleção Éder vai tentando sobreviver numa seca que parece difícil de contornar.

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