A União Ciclista Internacional (UCI) anunciou hoje ter atualizado o protocolo sanitário relativo à covid-19 para 2021, em traços gerais semelhante ao de 2020, mas com avisos quanto à importância dos testes PCR.

“Dada a fiabilidade mais baixa de testes antigénios, e a falta de provas sobre a sua eficácia perante as novas variantes [do novo coronavírus], estes não poderão ser usados por atletas e equipas técnicas como prova de que a pessoa testada não transporta o vírus”, pode ler-se no comunicado hoje divulgado pelo organismo de cúpula do ciclismo mundial.

O protocolo, explica a nota, é similar ao de 2020, destacando o potencial das vacinas, pelo lado positivo, e de novas variantes, pelo lado negativo, para fazer desta uma época diferente, reforçando, numa das alterações, que os atletas já vacinados, como os da UAE Emirates, terão de ser testados na mesma e manter todo o protocolo – de testagem, distanciamento, e inclusão em ‘bolhas’ de segurança – aplicável ao resto do pelotão.

“Como atletas e jovens adultos não estão entre as prioridades governamentais nos planos de vacinação, decidimos, em conjunto com o grupo responsável pelo protocolo – que inclui representantes de ciclistas, equipas, médicos e organizadores – manter os padrões tão altos como em 2020. [...] O ciclismo mostrou em 2020 como se organizam eventos durante uma pandemia”, explicou, citado em comunicado, o presidente da UCI, David Lappartient.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.508.786 mortos no mundo, resultantes de mais de 112,9 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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