O jogador do Paris Saint-Germain falava aos jornalistas em conferência de imprensa, em Marienfeld, na Alemanha, minutos antes de mais um treino da seleção nacional no seu ‘quartel-general’ em solo germânico.
O próximo confronto será na sexta-feira, em Hamburgo, nos ‘quartos’ do Euro2024, depois dos triunfos de Portugal face à Eslovénia (0-0, 3-0 nas grandes penalidades) e da França frente à Bélgica (1-0), nos ‘oitavos’.
Phillipe Diallo rebateu críticas à qualidade que os ‘bleus’ têm revelado neste Europeu, considerando que a formação de Didier Deschamps tem sido “sólida” no seu percurso.
Num dia fechado à comunicação social, em que os jogadores voltaram a estar com as famílias em parte do dia, os titulares e os suplentes mais utilizados fizeram trabalho de recuperação.
Em 10 de julho de 2016, em pleno Stade de France, em Saint-Denis, um golo do suplente Éder, do ‘meio da rua’, aos 109 minutos, valeu à formação das ‘quinas’ o maior título da sua história.
Avançado do PSG entrou aos 62 minutos e teve um papel decisivo ao fazer o remate que desviou em Vertonghen e valeu o golo da passagem aos quartos de final do Euro 2024.
O jogador dos San Antonio Spurs segue o exemplo do compatriota Kylian Mbappé, que também alertou os compatriotas para o “momento crucial” da história do país.
Mbappé só marcou uma vez em Europeus, mas já conta 12 golos em Mundiais, quatro em 2018, edição que a França conquistou, e oito em 2022, incluindo três na final perdida com a Argentina, sendo o sexto da tabela, junto ao brasileiro Pelé.
Mbappé, de máscara, voltou à titularidade e marcou para a França de penálti, perto da hora de jogo, mas Lewandowski, igualmente titular, respondeu na mesma moeda e os gauleses ficaram-se pela igualdade.
Regulamento da UEFA diz que "o equipamento médico utilizado em campo deve ser de uma única cor e não deve conter qualquer identificação da equipa ou do fabricante".
Mbappé deixou o terreno de jogo em Düsseldorf com o nariz em sangue, aos 86 minutos, e viu cartão amarelo por reentrar para o relvado sem autorização do árbitro.
Mbappé, que acabou a sangrar, cruzou para Wöber desviar de cabeça para o fundo da própria baliza perto do intervalo, no único golo de um jogo em que os gauleses estiveram longe de deslumbrar.
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