O selecionador de Portugal promete uma equipa agressiva na procura do golo, no jogo frente a Rússia. Em conferência de imprensa de antevisão do encontro com os russos, de apuramnto ao Mundial 2014, Paulo afirmou que será preciso fazer mais que o habitual, tanto a nível ofensivo como defensivo, para conquistar os três pontos.

 «Amanhã o jogo obriga-nos a ter iniciativa, ter critério nesse domínio que queremos exercer e ter índices de agressividade ofensivos e defensivos elevados,  não deixando de ter paciência na construção do nosso jogo. O encontro tem 90 minutos para ser ganho, o que não implica que não tentemos estar 90 minutos "em cima" do adversário, sabendo que do outro lado está uma equipa que defende bem, que contra-ataca bem, com jogadores rápidos e verticais. Temos de saber que no momento da perda de bola, saber onde se perde e ter níveis de agressividade muito elevados», sublinhou.

Paulo Bento recusa em pensar nas exibições menos conseguidas pela seleção das quinas no passado, lembrando que o que importa são os três pontos frente a Rússia para Portugal manter o sonho de estar no Brasil em 2014.

«Não há jogos dos que realizamos nem jogos dos que vamos realizar. Cometemos erros em jogos anteriores que nos acabaram por penalizar em demasia. O jogo de amanhã é um jogo onde temos de competir e onde temos o mesmo objetivo que tínhamos nos jogos que fizemos até aqui: conquistar os três pontos e jogar bem. Foi o que fez parte da nossa preparação, saber que cada um tem a responsabilidade de representar a seleçãoe estar no Mundial 2014. Temos de nos focar em ficar em segundo e jogar o play-off», lembra o selecionador português.

Sobre a entrega dos jogadores em campo, Paulo Bento vincou que está «extremamente satisfeito com o que tem sido a resposta do grupo, quer a assimilar» as ideias dos téncicos «quer na forma como pretendem interpreta-los».

 Para o jogo desta sexta-feira, o apoio do público será importante. O selecionador português pede um 12.º jogador nas bancadas da Luz mas alerta os atletas para um perigo chamado ansiedade.

«Esperamos casa cheia. Se nos lembrar dos jogos com a Bósnia e com a Irlanda, ter uma moldura humana boa é importante. Os jogadores sentir-se-ão mais protegidos, acarinhados. É fator importante mas há que saber jogar com isso, trazer as pessoas para perto de nós mas não nos deixar condicionar pelas pessoas fruto  da nossa classificação, de querer resolver tudo rapidamente», alertou Paulo Bento.

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