A eliminatória diante da República Checa será a quarta de Portugal numa ronda de acesso à fase final da competição, depois de 1994 (derrota para a Croácia), 2017 (derrota para a Alemanha) e 2019 (derrota para o Cazaquistão).
A associação responsável pelo circuito masculino, a Federação Internacional de Ténis e o organizador da Taça Davis observaram que foi concretizada “uma aliança estratégica sem precedentes para apoiar” a prova.
Portugal fechou a primeira jornada da Taça Davis com “o melhor resultado possível”, após um encontro “excelente” de João Sousa e uma maratona em que a “força mental” de Nuno Borges fez a diferença.
Tenista português está a viver a eliminatória mais especial da Taça Davis, com o duelo inédito entre Portugal e o Brasil a permitir-lhe rever Jaime Oncins, seu antigo treinador e agora capitão da seleção brasileira.
A melhor dupla nacional da atualidade vai defrontar Felipe Meligeni e Rafael Matos, no primeiro dos três encontros agendados para a última jornada da inédita eliminatória entre a seleção portuguesa e a brasileira.
Ainda hoje, Nuno Borges vai tentar consolidar a vantagem de Portugal, no segundo encontro de singulares, diante de Thiago Monteiro, o mais cotado dos jogadores visitantes.
João Sousa vai abrir, frente a Felipe Meligeni, a inédita eliminatória entre Portugal e o Brasil, referente ao Grupo I Mundial da Taça Davis em ténis, ditou hoje o sorteio.
Depois da vantagem de 2-0 acumulada nos dois desafios de singulares, disputados sexta-feira, a seleção nacional conquistou na manhã deste sábado o ponto de que precisava, no duelo de pares.
A jogar em casa, o jovem maiato, de 25 anos, que figura no 165.º lugar no ‘ranking’ ATP, conseguiu contrariar o favoritismo do número um polaco e 75.º classificado na hierarquia mundial.
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