O jornalista brasileiro Rafael Henzel, um dos seis sobreviventes do acidente aéreo que vitimou 71 pessoas na Colômbia, comunicou hoje a sua intenção de regressar ao trabalho em janeiro para relatar o primeiro jogo da Chapecoense.
O Ministério Público da Bolívia acusou formalmente de incumprimento de deveres e outros delitos a técnica de aeronáutica Celia Castedo, que questionou o plano de voo do avião que se despenhou na Colômbia a 28 de novembro.
A Chapecoense informou na quarta-feira que, durante as 24 horas subsequentes ao acidente aéreo, recebeu 13 mil pedidos de novos sócios, a maioria de fora da cidade.
Numa entrevista à Sportv do Brasil, Dona Alaíde, mãe de Danilo, jogador do Chapecoense que morreu no acidente de avião, falou sobre o sofrimento que está a viver por ter perdido o filho.
O piloto que comandava a aeronave, que levava 77 pessoas a bordo, reportou "falha elétrica total" e falta de combustível ao aproximar-se do aeroporto de colombiano de Medellín.
A bordo do avião seguiam 77 pessoas, entre passageiros e tripulantes, e 71 morreram no acidente. Entre os mortos contam-se 21 jornalistas, dos quais um sobreviveu.
No avião, que se despenhou na madrugada desta terça-feira em Cerro Gordo, perto da cidade de Medellín, Colômbia, seguiam 22 futebolistas da Chapecoense.
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